Uma paciente chegou até mim para consulta ginecológica com queixa de cólicas incapacitantes no período pré-menstrual, especialmente nos dias entre o quinto ao sétimo dia que antecede a menstruação.
Durante a consulta, ela relatou que a dor era tão intensa que não conseguia pegar um moto táxi para trabalhar, não conseguia caminhar por muito tempo e sentia que o corpo só pedia repouso. Também compartilhou que estava cansada do uso frequente de analgésicos, reconhecendo que o uso contínuo não lhe fazia bem. Ela buscava uma alternativa que pudesse agregar ao tratamento com uma abordagem mais saudável.
A partir das queixas apresentadas e da avaliação, traçamos um protocolo de laserterapia voltado para cólicas e dores pélvicas intensas. Cada vez mais, os estudos vêm demonstrando os benefícios da fotobiomodulação com laser de baixa potência.
O laser pode proporcionar efeitos como ação anti-inflamatória, relaxamento muscular indireto e melhora da microcirculação local.
Isso significa que o laser resolve tudo? Não. Ele é um grande aliado no processo de redução dos sintomas. Além da laserterapia, é fundamental que a mulher associe práticas corretas em casa, pois é essa combinação que contribui para a percepção de melhora, alívio e mudança no corpo.
É importante ter paciência com o processo. Não se trata de um tratamento para a vida toda, mas sim de um período determinado, seguindo também as orientações domiciliares, para que os efeitos aconteçam de forma gradual e consistente.
Obs.: Informações sujeitas a alterações, de acordo com os estudos científicos atualizados.
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